22
A expressão da gpP, e também da MRP1, GSTpi e p53 (Figura 19.3), foi detectada em carcinomas mamários em 50%,
78,6%, 92,85% e 92,85% dos espécimes, respectivamente, pela técnica de imunohistoquímica. A coexpressão dos quatro
marcadores pode ser observada em 42,85% dos espécimes estudados.
12,18 Além disso, em outro estudo, foi concluído que
as expressões da gpP e da p53 estão correlacionadas.
21
Evidências de que mais de um mecanismo de RMD possa atuar nos carcinomas mamários também foram observadas em
um estudo que detectou a expressão dos genes MDR1 (92,2%), BCRP (100%), MRP1 (100%), MRP3 (96,1%), MRP5
(85,4%), MRP6 (64,1%) e MRP7 (97,1%) em 103 espécimes, pela RTPCR. Mais da metade dos espécimes tumorais
(56,1%) expressou todas as proteínas transportadoras ABC avaliadas.
23
A avaliação funcional das proteínas mostrou que células transfectadas com o gene BCRP canino apresentaram 5,4 vezes
mais resistência à doxorrubicina, no entanto a sobrevivência das células na presença do metotrexato não foi afetada pela
BCRP.
23 Em outro estudo, foi constatado aumento da expressão do MDR1 nas células neoplásicas mamárias após a
exposição à vimblastina e à cisplatina. O tratamento com a cisplatina também provocou aumento da expressão da BCRP,
MRP1 e MRP3; contudo, a ciclofosfamida causou aumento somente do BCRP.
24
Em mastocitomas caninos
Nos mastocitomas, podese observar um número maior de espécimes positivos para a gpP nos mastocitomas grau I do que
nos de grau III, indicando que os tumores mais bem diferenciados expressam mais frequentemente a gpP que os tumores
indiferenciados. Esses resultados poderiam mostrar, teoricamente, que os mastocitomas grau III responderiam melhor à
quimioterapia, entretanto sabese que os mastocitomas grau III apresentam resposta variável à quimioterapia com uma
combinação de agentes.
25
Figura 19.3 Fotomicrografias de carcinomas mamários caninos submetidos à imunohistoquímica aos anticorpos primários
antiglicoproteínaP (A), antiMRP1 (B), antiglutationa Stransferase pi (C) e antip53 (D), pelo método avidinabiotinaperoxidase (ABC). Aumento: 400 ×. Marcações de coloração castanha indicam imunorreatividade positiva. Contracoloração:
hematoxilina de Harris.
A expressão do MDR1 e da gpP foi avaliada por RTPCR e westernblot, respectivamente, em três linhagens celulares
de mastocitomas provenientes da pele, da mucosa oral e gastrintestinal. A expressão do MDR1 e da gpP foi observada
somente nas linhagens provenientes de mastocitomas na mucosa oral e gastrintestinal. A análise funcional da gpP mostrou
que nessas mesmas linhagens houve maior acúmulo do corante rodamina 123 (substrato específico da gpP), quando essas
foram expostas ao verapamil, um inibidor da gpP.
26
O tratamento de mastocitomas cutâneos com prednisolona resultou em redução significativa da dimensão dos tumores
por um curto período, com a maioria dos pacientes (81%) apresentando resposta máxima com 21 dias. A expressão da gpP foi avaliada nesses pacientes antes e após o tratamento com prednisolona. A porcentagem de espécimes positivos para
gpP foi considerada alta tanto pré (87,5%) como póstratamento (85,7%). Isso pode indicar que os mastocitomas já
apresentam algum grau de resistência antes do tratamento com prednisolona, no entanto este fármaco não parece interferir
na expressão da gpP durante o tratamento.
27
Jaffe et al. verificaram que mastocitomas cutâneos caninos de grau III apresentaram uma porcentagem de células
marcadas com o p53 significativamente maior do que os tumores de graus I e II. Nestes últimos, não foram observadas
diferenças significativas entre eles, impossibilitando a distinção por essa técnica. Embora os tumores de grau III tenham
apresentado uma porcentagem significativamente maior de células marcadas, não foi possível estabelecer uma associação
entre o grau histopatológico e o tempo de sobrevivência ou o tempo de recorrência do tumor.
28
Por sua vez, Ginn et al. não conseguiram estabelecer a relação entre a expressão da p53 e o prognóstico em cães
portadores de mastocitoma cutâneo canino. Além disso, não foram verificadas diferenças significativas entre o grau
histológico do tumor e a imunorreatividade do p53. Os autores sugerem que a ausência de correlação entre a
■
imunorreatividade para p53 e o comportamento biológico do tumor decorreu da falta de especificidade do p53 para o gene
supressor mutante.
29
Um estudo encontrou que 50%, 56,25%, 93,75% e 93,75% dos mastocitomas cutâneos expressaram a gpP, GSTpi,
MRP1 e p53, respectivamente (Figura 19.4). No entanto, a expressão dos quatro marcadores foi observada em 31,25% dos
espécimes.
18 Em outro estudo, foi possível detectar a coexpressão da MRP/gpP em 26% dos espécimes.
25
Em osteossarcomas caninos
Mealey et al. investigaram a resistência a drogas no osteossarcoma canino, utilizando uma linhagem celular (OS2.4)
derivada de um osteossarcoma primário, histologicamente confirmado, e uma sublinhagem resistente a múltiplas drogas
(OS2.4/doxo). Nas células resistentes, foi encontrada alta expressão da gpP, o que pode sugerir que a resistência a
múltiplas drogas induzida pela gpP pode ser importante na falha do tratamento quimioterápico do osteossarcoma canino.
30
Posteriormente, as expressões da p53 e da gpP foram avaliadas em espécimes clínicos de osteossarcoma canino, pela
técnica de imunohistoquímica. Imunorreatividade para a p53 foi observada em 33% dos espécimes e para a gpP em 18%.
Correlação positiva significativa foi encontrada entre a expressão da p53 e da gpP. A imunomarcação dupla revelou que
em dez espécimes a expressão da p53 e da gpP ocorreu na mesma célula neoplásica. Além disso, observouse que a
expressão da p53 e da gpP foi fortemente associada à sobrevida menor.
31
Inibidores da resistência a múltiplas drogas
Por mais de três décadas, pesquisas têm sido realizadas com intuito de conseguir reverter o fenômeno de RMD. Ao longo
dos anos, vários agentes foram testados, com resultados ainda com pouca aplicação clínica. Os primeiros agentes
identificados, que modulam ou inibem a função da gpP, incluem os bloqueadores dos canais de cálcio, antagonistas da
calmodulina, agentes esteroides, inibidores da proteína C quinase, fármacos imunossupressores, antibióticos, surfactantes e
muitos outros compostos lipofílicos. Todos esses compostos são hidrofóbicos e contêm um anel aromático de baixo peso
molecular em sua molécula. Alguns desses compostos, como o verapamil, se ligam à molécula da gpP e inibem de
maneira competitiva a ligação ou o transporte dos fármacos que são substratos da gpP. Entretanto, esses agentes produzem
resultados insatisfatórios in vivo em virtude da interação farmacológica com os agentes quimioterápicos e a sua baixa
afinidade de ligação; e a necessidade do uso de altas doses resulta em toxicidade. Para superar essas limitações, vários
análogos novos desses primeiros moduladores foram desenvolvidos e testados com o intuito de encontrar moduladores da
gpP com menos toxicidade e com maior potência.
Figura 19.4 Fotomicrografias de mastocitoma cutâneo canino submetido à imunohistoquímica aos anticorpos primários
antiglicoproteínaP (A), antiMRP1 (B), antiglutationa Stransferase pi (C) e antip53 (D), pelo método avidinabiotinaperoxidase (ABC). Aumento: 400 ×. Marcações de coloração castanha indicam imunorreatividade positiva. Contracoloração:
hematoxilina de Harris.
Os moduladores de gpP de segunda geração incluem o dexverapamil (isômero D do verapamil), valspodar (PSC 833,
derivado da ciclosporina), dexniguldipina e biricodar (VX710). Apesar de serem menos tóxicos e mais potentes, eles
também mantêm algumas características que limitam a utilidade clínica. Entre elas, a falha em reverter a RMD in vivo e a
pouca seletividade foram as mais observadas. A afinidade de alguns dos inibidores de segunda geração, como o biricodar
(VX710), por múltiplos transportadores ABC também começou a ser vista como problemática, uma vez que mais
interações farmacológicas em potencial podem ocorrer.
Muitos fármacos antineoplásicos são substratos tanto para os transportadores ABC como para a isoenzima 3A4 do
citocromo P450. A maioria dos inibidores da gpP de segunda geração também é substrato para o citocromo P450 (3A4) e
metabolizada por essa enzima. A competição entre os agentes antineoplásicos e os moduladores da gpP pela atividade do
citocromo P450 (3A4) pode resultar em interações farmacológicas imprevisíveis.
Os agentes de terceira geração (elacridar, tariquidar, laniquidar, zosuquidar) foram desenvolvidos para superar as
limitações dos agentes de segunda geração. Eles não são metabolizados pelo citocromo P450 (3A4) e, portanto, não alteram
a farmacocinética plasmática dos fármacos antineoplásicos. Normalmente eles apresentam especificidade maior para a gpP,
porém outros transportadores ABC podem ser inibidos com menor afinidade. Essa especificidade para a bomba de gpP
reduz a possibilidade de que o bloqueio de mais de uma bomba possa resultar em uma biodisponibilidade ou excreção
alterada do agente quimioterápico.
A procura por inibidores da RMD também se estendeu aos produtos naturais. O motivo para a busca desses inibidores e
seus derivados, considerados de quarta geração, foi a expectativa de serem menos tóxicos e mais potentes que os de
primeira e segunda geração. Várias fontes de produtos naturais capazes de reverter o fenótipo de RMD têm sido
encontradas. Entre elas, as mais avaliadas foram a curcumina e os flavonoides. A curcumina e seus derivados podem inibir
a função dos três maiores transportadores ABC, gpP, MRP e BCRP. Sua baixa biodisponibilidade quando administrados
por via oral e seu rápido metabolismo têm levado os pesquisadores a avaliar o efeito do encapsulamento da curcumina em
lipossomo. Aparentemente, a curcumina lipossomal pode reduzir o problema da biodisponibilidade quando administrada
por via intravenosa. Sua toxicidade é relativamente baixa, comparável aos inibidores de terceira geração, e tem se mostrado
efetiva em modelos animais. Os flavonoides e os isoflavonoides afetam a RMD mediada pela gpP e MRP de forma
diferente. O mecanismo de sua ação é provavelmente a inibição da atividade da ATPase.
Recentemente, foi observado que alguns fármacos inibidores da tirosinoquinase (ITQ) também apresentam efeito
inibitório sobre a função de efluxo de fármacos dos transportadores ABC e, dessa forma, podem reverter a resistência das
células neoplásicas aos fármacos antineoplásicos tradicionais. Tal efeito pode ser evidenciado em um estudo que empregou
linhagem de células provenientes de leucemia linfoide canina, a qual foi induzida a resistência à doxorrubicina.
32 Nesse
estudo, a linhagem resistente foi menos sensível aos efeitos antiproliferativos da doxorrubicina que a linhagem original não
resistente. Embora o mesilato de masitinibe nas concentrações de 1 e 10 µM não tenha apresentado efeito adicional sobre a
citotoxicidade induzida pela doxorrubicina nas células originais, ele aumentou o efeito antiproliferativo da doxorrubicina
nas células resistentes. O mesilato de masitinibe também aumentou a concentração do corante rodamina123, substrato
específico da gpP nas células resistentes.
32
Alguns inibidores têm sido testados com intuito de modular os níveis de GSH e a atividade das GST nas neoplasias
humanas. O uso da BSO (butionina sulfoximina) em testes clínicos causou diminuição dos níveis de GSH na combinação
com o melfalana. A sulfassalazina também tem sido caracterizada como um modulador da atividade da GST. Um estudo in
vitro demonstrou a habilidade desse fármaco em inibir competitivamente a GSTpi e sinergicamente aumentou a
citotoxicidade da cisplatina em duas linhagens celulares de neoplasias pulmonares. O ácido etacrínico, normalmente
utilizado como um diurético, é conjugado com a GSH e também atua como um inibidor das três maiores classes de enzimas
GST. Ele aumenta a citotoxicidade de agentes alquilantes em concentrações fisiológicas apropriadas (clorambucila,
melfalana e BCNU).
As técnicas de degradação do mRNA têm sido pesquisadas como uma forma promissora de reverter a RMD. Entre elas,
a mais recente é a interferência por RNA (RNAi). A RNAi é um mecanismo celular responsável pelo silenciamento gênico
póstranscricional que atua sobre o RNA mensageiro (mRNA). No foco deste mecanismo, está uma molécula de fita dupla
de RNA (double stranded RNA — dsRNA), que, ao ser incorporada na forma ativa a um complexo intracitoplasmático, se
liga a uma sequência de nucleotídios complementar localizada no mRNAalvo, ocasionando assim o silenciamento, por
inibição da tradução e/ou degradação do mRNA. Essa técnica tem sido utilizada com sucesso em inibir a gpP, MRP e
BCRP em várias linhagens celulares. Em linhagens celulares de tumores mamários caninos, a técnica mostrou ser efetiva
em silenciar os genes MDR1, BCRP, MRP1 e MRP3, o que pode ser mostrado por meio do aumento das concentrações
intracelulares do corante rodamina123 e da diminuição da atividade de bomba de efluxo.
24
Considerações finais
A quimioterapia é a principal modalidade terapêutica de determinadas neoplasias, como o linfoma e o TVT, e constitui um
importante adjuvante na terapia dos tumores sólidos, como os osteossarcomas e carcinomas mamários. Entretanto, a maior
limitação ao sucesso da quimioterapia é a resistência das células neoplásicas às drogas, que pode ocorrer tanto em tumores
constituídos por uma linhagem de células geneticamente resistentes ao quimioterápico como em neoplasias que adquirem
essa propriedade após o início do tratamento.
Entre os vários mecanismos de RMD, o que envolve a superexpressão da glicoproteínaP é o mais estudado e
caracterizado, entretanto parece estar claro que a resistência clínica à quimioterapia é multifatorial e heterogênea. A
coexpressão de diferentes proteínas relacionadas com a RMD pode ser observada em várias neoplasias em humanos e em
algumas em animais, como nos linfomas e mastocitomas. Muitos mecanismos de resistência podem atuar de modo
independente ou podem ainda estar interligados. Por exemplo, a inibição do tipo selvagem da p53 pode resultar na ativação
da gpP, além da interrelação anteriormente descrita da MRP com o sistema glutationa. Além disso, em humanos, a
expressão de determinados mecanismos de resistência, como a gpP, pode variar de negativa a forte positiva, dependendo
do tecido ou do órgão que originou a neoplasia. A heterogeneidade da resistência ainda pode ser observada dentro de um
mesmo tipo tumoral. O fato de os mecanismos de resistência estarem interrelacionados ou agindo em sinergismo, e se
apresentarem de forma heterogênea, confere uma grande complexidade ao fenômeno, o que torna mais laborioso seu
entendimento e, consequentemente, o desenvolvimento de métodos para a sua reversão.
Até o momento, estratégias de reversão dos principais mecanismos de resistência não estão disponíveis para utilização
clínica na Medicina Veterinária. Embora muitas substâncias estudadas para reversão apresentem bons resultados in vitro
empregando linhagens celulares derivadas de tumores caninos, a realização de estudos clínicos é necessária para comprovar
a efetividade nos pacientes, assim como para avaliar seus efeitos colaterais.
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